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"Quarteto de cordas para enforcamento" será lançado dia 29 Imprimir E-mail

capaA noite do dia 29 de abril será especial para quem gosta da boa literatura blumenauense. Gregory Haertel - que teve uma grande repercussão da sua primeira obra, Aguardo, e é autor de diversas peças da Cia. Carona de Teatro – lança seu segundo livro. Dessa vez, são nove contos e uma novela escritos entre 2001 e 2005. O evento de lançamento terá também a abertura da exposição fotográfica e literária Escritos da Carne e começa às 20hrs, no porão da Fundação Cultural de Blumenau.

Segunda obra literária de Gregory Haertel, livro de contos lembra, em alguns momentos, peças da Cia. Carona de Teatro. O material foi escrito entre 2001 e 2005 e o autor garante que pouca coisa foi alterada.

Quarteto de cordas para enforcamento será lançado pela Liquidificador Produtos Culturais e tem ilustrações do artista plástico Nestor Jr. e projeto gráfico de Leo Kufner. A publicação foi viabilizada pelo Fundo Municipal de Apoio à Cultura de Blumenau.

O autor comenta que pouca coisa foi alterada nos textos. “Poucas alterações gramaticais e de pontuação foram feitas na minha leitura para o lançamento deste livro e todas elas com o cuidado de preservar o que estava escrito. Esta não é, portanto, uma coletânea de contos, e, sim, um livro que esperou bastante para ser lançado.”, explica. Gregory diz que, durante a leitura para a finalização do livro, surpreendeu-se ao perceber o quanto o último texto “Ensaio para orquestra e coro de chuva”, prenunciava seu primeiro romance, Aguardo, que seria escrito anos depois.

Na orelha do livro, o escritor Viegas Fernandes da Costa escreve que “com sua linguagem crua e ousadia narrativa, Quarteto de cordas para enforcamento provoca e lacera; para além da moral, devolve-nos uma poesia capaz de incomodar”.

O diretor de teatro Pépe Sedrez, diz, no prefácio da obra: “Gregory deve divertir-se muito quando escreve. Quase posso adivinhá-lo escancarando um sorrisão que expõe dentes e malícia, ardiloso a brincar com (de)formação de frases, (des)construção de conceitos, (re)criação de valores e julgamentos”.

Texto: Marina Melz, jornalista.

 
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